♥ atelofobia

Como se dá a alguém um pedaço de céu?
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É assim
de conchinha
em silêncio
ouvindo sua respiração
e sentindo você tão perto
tão perto de mim
que a gente se ajeita
e também de mãos dadas
e encaixados
desencaixados
de pernas atadas
de braços grudados
de quadris unidos
de coração enlaçado
de nós.

Fernanda K. Ortolan

Mesmo que o tempo passe e acumule, surpreendentemente, eu quero mais. Mais de você, do seu cheiro, da sua aleatoriedade, do seu corpo, da sua voz ressoando pelo cômodo com um violão. E não deixo de querer mais. Mais conversas, mais dos seus sorrisos, da sua compreensão. E não só você, eu quero mais de nós. Seu braço na minha cintura, minha mão no seu cabelo, seus olhos nos meus, minha boca no seu pescoço, seu corpo no meu. Como é possível alguém ter gosto de para sempre?

Fernanda K. Ortolan

Nunca soube como expressar o que eu sinto em palavras (e agora, honestamente, ainda não sei). Por que só te amar não parece ser o bastante; para você, eu quero amar melhor, eu quero ser melhor, eu quero ser o bastante pra você, eu quero ser interessante e verdadeira para você. Não quero ser apenas essas emoções oscilantes incômodas que me tomam a cabeça do nada, quero ser também essa sensação de paz não tão calma que você me dá; não quero ser apenas essa personalidade plana e previsível, quero ser essa explosão que existe em você e me enche de curiosidade; não quero apenas estar contigo, quero rir, chorar, aprender, mudar, me divertir contigo e principalmente amar contigo; e, acima de tudo, não quero ser apenas alguém que tocou tua vida de forma passageira. Eu quero ficar. E em meio a esse monte de desejos e esperanças meus, ainda me emociono de lembrar das poucas e suaves palavras sussurradas para mim em momentos de preguiça que passaram a significar mais para mim do que praticamente qualquer coisa.

Fernanda K. Ortolan

Meu amor é ansioso, se envolve em abraços e derrete o tempo todo sem jamais solidificar-se. Eu preciso de carinho demais e tempo demais e esforço demais. Eu demando muito, e muito sem fôlego, aos tropeços, caindo para todos os lados. E apressada, prefiro deixar claro o quanto eu te quero a tentar te querer um pouco menos.

Fernanda Kasper Ortolan

É estranho como amar nunca é igual e como o amor vira tudo de cabeça pra baixo - e foi justamente isso que você fez comigo. Você, que eu considerava meu porto seguro (e o continua sendo), chegou e virou motivo de inúmeros sorrisos meus, me renovou quase inteira e virou a minha maior e melhor chaga. Maior chaga por ser meu ponto fraco, meu calcanhar de Aquiles, o motivo de incontáveis preocupações mal digeridas. Sua ausência às vezes me dói, mas sua presença me conforta de forma inimaginável. Também te considero minha melhor chaga: se algum dia for doer, que doa por algo que valha a pena; que sofra, que quebre, que arda, que arranque cabelos por algo que valha a pena. E sim, cada mísero pedaço seu me faria escalar montanhas e fazer loucuras.
Contigo, eu sinto essa necessidade incontrolável de querer controlar o tempo. Que o tempo não passe, que o tempo não nos mude, que o tempo não nos molde, que o tempo não nos controle, que o tempo não nos separe, que o tempo não nos corroa. Pela primeira vez, me sinto completamente fora do controle, completamente sem ideia do que irá acontecer; isso me agonia, me aflige, me engasga. Quero prever o futuro, e de preferência um futuro em que as chances que nos serão dadas sejam justas, suaves, agradáveis. Que o amor resolva metade dos problemas, e que a gente resolva o resto. Que o tempo, que a distância, que as mudanças, que as estações, que nada altere esse fato. Que a gente não desista de tentar. Que a gente não esqueça de amar. Que a gente endireite os erros ou que os transforme em acertos. Que a gente sempre se lembre de fazer o outro sorrir. Que você não esqueça o quão especial você é. Que eu não esqueça o quão abençoada sou por te ter. Que eu não esqueça de nenhum pedaço seu e, se esquecer, que eu possa lembrar o mais rápido possível.
Com amor,
Fernanda K. Ortolan

É estranho como amar nunca é igual e como o amor vira tudo de cabeça pra baixo - e foi justamente isso que você fez comigo. Você, que eu considerava meu porto seguro (e o continua sendo), chegou e virou motivo de inúmeros sorrisos meus, me renovou quase inteira e virou a minha maior e melhor chaga. Maior chaga por ser meu ponto fraco, meu calcanhar de Aquiles, o motivo de incontáveis preocupações mal digeridas. Sua ausência às vezes me dói, mas sua presença me conforta de forma inimaginável. Também te considero minha melhor chaga: se algum dia for doer, que doa por algo que valha a pena; que sofra, que quebre, que arda, que arranque cabelos por algo que valha a pena. E sim, cada mísero pedaço seu me faria escalar montanhas e fazer loucuras.

Contigo, eu sinto essa necessidade incontrolável de querer controlar o tempo. Que o tempo não passe, que o tempo não nos mude, que o tempo não nos molde, que o tempo não nos controle, que o tempo não nos separe, que o tempo não nos corroa. Pela primeira vez, me sinto completamente fora do controle, completamente sem ideia do que irá acontecer; isso me agonia, me aflige, me engasga. Quero prever o futuro, e de preferência um futuro em que as chances que nos serão dadas sejam justas, suaves, agradáveis. Que o amor resolva metade dos problemas, e que a gente resolva o resto. Que o tempo, que a distância, que as mudanças, que as estações, que nada altere esse fato. Que a gente não desista de tentar. Que a gente não esqueça de amar. Que a gente endireite os erros ou que os transforme em acertos. Que a gente sempre se lembre de fazer o outro sorrir. Que você não esqueça o quão especial você é. Que eu não esqueça o quão abençoada sou por te ter. Que eu não esqueça de nenhum pedaço seu e, se esquecer, que eu possa lembrar o mais rápido possível.

Com amor,

Fernanda K. Ortolan

É você. Você com tuas mãos nas minhas costas. Você deitado no meu colo. Você tocando violão. Você sorrindo. Você falando sobre mil coisas que não entendo. É cada pequeno detalhe de você. É tudo que te envolve. Sua pele. Seu cheiro. Seus braços ao meu redor. Seu coração batendo acelerado. Seu cabelo pós-banho. Sua barba roçando no meu rosto. Sua voz rouca sussurrando no meu ouvido de manhã. Seus olhos. Meu paraíso.
— Fernanda Kasper Ortolan

sem o calor da tua alma o meu peito esfria.

boanoitecinderela:

O teu cheiro ainda está impregnado na minha mente, minha saudade virou doença, um câncer que me toma aos poucos, nas noites insalubres sem você. Sem teu cheiro, tua pele, teu suor. Minha alma grita.

(Source: d-e-n-g-o)

Gostaria muito de dizer pra você agora, olhando no olho mais sincero do mundo, que brilha muito, que é exageradamente bonito e no qual eu me enxergo o seguinte: eu te amo. Sem adjetivos, rodeios ou flores. Eu te amo, só isso. E isso, você sabe, quer dizer muito, quer dizer tudo, quer dizer o que a gente nem precisa falar, já que os nossos silêncios conversam alucinadamente coisas de amor.
Clarissa Corrêa. (via um-romeu)

(Source: romantizar, via in-paz)

Vazei. Para os lados, para cima, para todos os lugares que se pode imaginar. Não caibo mais em mim. Todo meu eu transborda com as alegrias que me são impostas. Sou vazante e não paro de transbordar de mim mesmo. Sensações. Cheiros. Sentimentos. Tudo transborda, enchendo odres e mais odres de mim. Isso é sensacional. Vazo e ainda continuo cheio de mim.
Anarquismos.  (via rapazelho)

(Source: anarquismos, via l-onelines)

Esse meu sentimentalismo excessivo escorre pelos poros de minha pele quando você invade a minha mente. Queria poder pegar essa distância em minhas mãos e espremê-la em pedaços minúsculos, de forma que pudesse ter você aqui e agora, poder sentir teu cheiro, as batidas do teu coração fortes contra o meu, sentir a textura da sua barba contra minha pele e o gosto do seu beijo. Queria poder me envolver em teus abraços e sorrisos e esquecer do resto do mundo, desses problemas banais, desses tédios constantes e de lá não sair mais. O maior problema não é a saudade que se acumula em meu peito, mas sim essa falta momentânea que me tira o fôlego e queima meus sentidos. 

Fernanda K. Ortolan

Esse meu sentimentalismo excessivo escorre pelos poros de minha pele quando você invade a minha mente. Queria poder pegar essa distância em minhas mãos e espremê-la em pedaços minúsculos, de forma que pudesse ter você aqui e agora, poder sentir teu cheiro, as batidas do teu coração fortes contra o meu, sentir a textura da sua barba contra minha pele e o gosto do seu beijo. Queria poder me envolver em teus abraços e sorrisos e esquecer do resto do mundo, desses problemas banais, desses tédios constantes e de lá não sair mais. O maior problema não é a saudade que se acumula em meu peito, mas sim essa falta momentânea que me tira o fôlego e queima meus sentidos. 

Fernanda K. Ortolan